quarta-feira, 21 de junho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Verdade sutil
Você tem o lampejo de entendimento, esse insight extraordinariamente rápido, quando a mente está muito tranquila, quando o pensamento está ausente, quando a mente não está sobrecarregada com seu próprio ruído.
Portanto, o entendimento de qualquer coisa – uma pintura moderna, um filho, sua esposa, seu vizinho – ou o entendimento da verdade, que está em todas as coisas, só pode ocorrer quando a mente está muito tranquila.
Mas essa tranquilidade não pode ser cultivada, porque se você cultivar uma mente tranquila, ela não será uma mente tranquila, será uma mente morta.
Quanto mais você está interessado em algo, maior sua intenção de entender, mais simples, clara e livre está sua mente. Então, a verbalização cessa. Afinal, pensamento é palavra, e é ela que interfere. É a tela de palavras – a memória – que intervém entre o desafio e a reação.
É a palavra que está respondendo ao desafio, o qual chamamos de intelecção.
Desse modo, a mente que conversa, verbaliza não consegue entender a verdade – a verdade no relacionamento, não uma verdade abstrata. Não existe verdade abstrata. Mas a verdade é muito sutil. E é a sutileza que é difícil de acompanhar.
A verdade não é abstrata, chega tão depressa, tão misteriosamente, que não pode ser contida pela mente.
Como um ladrão na noite, ela chega sombriamente, no momento em que não estamos preparados para recebê-la. Receber a verdade é apenas um convite da ambição.
Então, uma mente capturada pela rede das palavras não consegue entender a verdade.
Jiddu Krishnamurti
Interesse
Quanto mais você está interessado em algo, maior sua intenção de entender, mais simples, clara e livre está sua mente.
Jiddu Krishnamurti
terça-feira, 11 de abril de 2017
Reinvente-se: você tem uma estratégia?
Acordamos todos os dias e seguimos uma rotina: café, transporte, trabalho, casa, dormir. E no outro dia a mesma coisa. Nos finais de semana, tem futebol, churrasco, praia e dormir. Com algumas variações é uma grande rotina que nos consome a vida.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Reinvente-se: O xadrez da vida
E a vida é como um jogo de xadrez,
deve-se ter sempre uma estratégia.
É necessário mover as peças
nesse grande e complicado tabuleiro que nos cerca,
procurar nele
a melhor estratégia
para então progredir
no desafio de todos os dias.
E você? tem uma estratégia?
Pierre Januário
domingo, 9 de abril de 2017
Eu quero a paz e você?
não há paz,
e sem paz
não é possível haver a verdadeira felicidade"
(Bhagavad Gita).
Então se para encontramos a paz
é preciso nos conhecermos
e para sermos felizes
é preciso estarmos em paz,
eu vou buscar me conhecer
para promover e estar em paz
para ser feliz.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Não recue
Se te apetece esforçar, esforça-te;
se te apetece repousar, repousa;
se te apetece fugir, fuja;
se te apetece resistir, resista;
mas saiba bem o que te apetece, e não recue ante nenhum pretexto, porque o universo se organizará para te dissuadir.
Friedrich Nietzsche
domingo, 20 de novembro de 2016
Drummond
Você sempre sabe um poema que não sabe que é de Drummond.
Ou todo ou parte,
mas sabe.
Pierre Januário.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Os poetas místicos
Li hoje quase duas páginas
do livro dum poeta místico,
e ri como quem tem chorado muito.
Os poetas místicos são filósofos doentes,
e os filósofos são homens doidos.
Porque os poetas místicos
dizem que as flores sentem,
e dizem que as pedras têm alma,
e que os rios têm êxtase ao luar.
Mas as flores,
se sentissem,
não eram flores,
eram gente.
E se as pedras tivessem alma,
eram coisas vivas,
não eram pedras.
E se os rios tivessem êxtase ao luar,
Os rios seriam homens doentes.
É preciso não saber o que são flores
e pedras e rios,
para falar dos sentimentos deles.
Falar da alma das pedras,
das flores, dos rios,
é falar de si próprio
e dos seus falsos pensamentos.
Graças a Deus
que as pedras são só pedras,
E que os rios não são senão rios,
E que as flores são apenas flores.
Por mim, escrevo a prosa dos meus versos,
e fico contente porque sei
que compreendo a natureza por fora,
e não a compreendo por dentro,
porque a natureza não tem dentro,
senão não era a natureza.
(Alberto Caeiro)
...............
Compreender as flores,
as pedras
e os rios.
É compreender a si.
(Pierre Januário)
domingo, 6 de novembro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
O Prefeito
Um Prefeito
não assume seu mandato por acaso,
é seu voto quem o permite.
Lembre-se sempre disso.
Pierre Januário.
domingo, 21 de agosto de 2016
Faça
Não tente,
Faça
ou não
faça.
Faça certo,
Faça agora,
Faça o que tem vontade,
Faça sua vida,
Faça a diferença,
Faça a mudança,
Faça o novo...
É a ação que vale
e não a intenção.
Adm. Pierre Januário.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Rito de passagem
Ao envelhecermos,
Creio eu,
a natureza vai retirando
gradativamente
nossas memórias,
isso alivia as dores
causadas pela saudade.
Adm. Pierre Januário.


