Acordamos todos os dias e seguimos uma rotina: café, transporte, trabalho, casa, dormir. E no outro dia a mesma coisa. Nos finais de semana, tem futebol, churrasco, praia e dormir. Com algumas variações é uma grande rotina que nos consome a vida.
terça-feira, 11 de abril de 2017
Reinvente-se: você tem uma estratégia?
Acordamos todos os dias e seguimos uma rotina: café, transporte, trabalho, casa, dormir. E no outro dia a mesma coisa. Nos finais de semana, tem futebol, churrasco, praia e dormir. Com algumas variações é uma grande rotina que nos consome a vida.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Reinvente-se: O xadrez da vida
E a vida é como um jogo de xadrez,
deve-se ter sempre uma estratégia.
É necessário mover as peças
nesse grande e complicado tabuleiro que nos cerca,
procurar nele
a melhor estratégia
para então progredir
no desafio de todos os dias.
E você? tem uma estratégia?
Pierre Januário
domingo, 9 de abril de 2017
Eu quero a paz e você?
não há paz,
e sem paz
não é possível haver a verdadeira felicidade"
(Bhagavad Gita).
Então se para encontramos a paz
é preciso nos conhecermos
e para sermos felizes
é preciso estarmos em paz,
eu vou buscar me conhecer
para promover e estar em paz
para ser feliz.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Não recue
Se te apetece esforçar, esforça-te;
se te apetece repousar, repousa;
se te apetece fugir, fuja;
se te apetece resistir, resista;
mas saiba bem o que te apetece, e não recue ante nenhum pretexto, porque o universo se organizará para te dissuadir.
Friedrich Nietzsche
domingo, 20 de novembro de 2016
Drummond
Você sempre sabe um poema que não sabe que é de Drummond.
Ou todo ou parte,
mas sabe.
Pierre Januário.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Os poetas místicos
Li hoje quase duas páginas
do livro dum poeta místico,
e ri como quem tem chorado muito.
Os poetas místicos são filósofos doentes,
e os filósofos são homens doidos.
Porque os poetas místicos
dizem que as flores sentem,
e dizem que as pedras têm alma,
e que os rios têm êxtase ao luar.
Mas as flores,
se sentissem,
não eram flores,
eram gente.
E se as pedras tivessem alma,
eram coisas vivas,
não eram pedras.
E se os rios tivessem êxtase ao luar,
Os rios seriam homens doentes.
É preciso não saber o que são flores
e pedras e rios,
para falar dos sentimentos deles.
Falar da alma das pedras,
das flores, dos rios,
é falar de si próprio
e dos seus falsos pensamentos.
Graças a Deus
que as pedras são só pedras,
E que os rios não são senão rios,
E que as flores são apenas flores.
Por mim, escrevo a prosa dos meus versos,
e fico contente porque sei
que compreendo a natureza por fora,
e não a compreendo por dentro,
porque a natureza não tem dentro,
senão não era a natureza.
(Alberto Caeiro)
...............
Compreender as flores,
as pedras
e os rios.
É compreender a si.
(Pierre Januário)
domingo, 6 de novembro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
O Prefeito
Um Prefeito
não assume seu mandato por acaso,
é seu voto quem o permite.
Lembre-se sempre disso.
Pierre Januário.
domingo, 21 de agosto de 2016
Faça
Não tente,
Faça
ou não
faça.
Faça certo,
Faça agora,
Faça o que tem vontade,
Faça sua vida,
Faça a diferença,
Faça a mudança,
Faça o novo...
É a ação que vale
e não a intenção.
Adm. Pierre Januário.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Rito de passagem
Ao envelhecermos,
Creio eu,
a natureza vai retirando
gradativamente
nossas memórias,
isso alivia as dores
causadas pela saudade.
Adm. Pierre Januário.
terça-feira, 26 de julho de 2016
Liderança e a nova ciência, uma nova liderança no ambiente
sábado, 16 de julho de 2016
Noite literária: Benedito e Chico
sexta-feira, 15 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Café dez em um, fazer mais negócios.
Informações: 98-3302-3473
domingo, 3 de julho de 2016
Sobre poesias: "Isto" de Fernando Pessoa
Sentir? Apenas para quem conseguir ler.
Tudo que escrevo.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Do que não está ao pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!


