segunda-feira, 25 de maio de 2015

Partiu minha querida mãe

Ela veio ao meio ouvido hoje a tarde e me sussurrou, "pode ir meu filho..."  era uma voz suave e tranquila.

Tive então força para ficar os últimos minutos ao seu lado. Não pude mais fazer nada. Já não tinha mais como.

Não conseguia pensar, procurava encontrar algum sentido naquilo, buscar em algum ponto do horizonte, do espaço e tempo uma resposta, por que dói tanto?

Minha verdade é que doi porque uma parte de nós também morre. Ao partirem nossos pais, uma parte de nós vai com eles e não conseguimos controlar isso, não conseguimos mudar.

Alguns diriam que é Deus outros que é a natureza, talvez ambos estejam certos ou não,  prefiro acreditar que é assim,  simplesmente assim,  por  obra de Deus e da natureza.

Em nossa condição humana, não conseguimos controlar ou mudar essa verdade.

Como as lágrimas me impedem a fala, escrevo como uma estratégia para colocar para fora e tentar expurgar este sofrimento.

Aceito minha condição humana e conviverei com esta dor da ausência para sempre,  assim como ela me disse,  seguirei em frente.

Até mais Herminia, dona Nezinha como muitos a chamavam, mãe e maezinha como eu chamava, continuarei amando muito você.

Agradeço a todos os amigos que me escreveram, estiveram presentes diretamente e indiretamente, que rezaram por mim, e que desejaram pêsames,  paz, conforto e outros sentimentos positivos neste momento de terrível perda. Obrigado e Forte abraço.

Não,  não estarei  bem por um tempo, mas a vida segue.

Abraços. Pierre Januário.

terça-feira, 19 de maio de 2015

10 DICAS DE GESTÃO PARA MELHORAR SEU NEGÓCIO

Nosso país é um local de várias oportunidades, o sonho de muitos brasileiros é ser dono de seu próprio negócio, não ter patrão, hora para trabalhar, autonomia...

Empreender pode ser um caminho que leva a este sonho e pode-se empreender abrindo uma nova empresa ou adquirindo um negócio em funcionamento, em ambos os casos existem aspectos positivos e negativos, logo, é preciso ficar atento.

Posso apontar alguns motivos para a escolha do caminho do negócio próprio: perda de emprego, crise econômica, aproveitamento de oportunidades, desenvolvimento de novo produto / serviço, investimento de saldo de recursos financeiros, exigência de retorno financeiro maior, dentre outras.

Como vemos os motivos e influências para empreender são diversos e isso me leva à uma reflexão: Qual tipo de empreendedor gestor você é ou gostaria de ser?

Independente do seu motivo para empreender observe atentamente estes 10 pontos:
  1. Como patrão, chegue mais cedo e saia mais tarde, você é o principal responsável pelo seu negócio;
  2. Venda, venda, venda...sua empresa precisará de muitas vendas, seu sucesso será medido pelos seus resultados em vendas;
  3. Propaganda é uma das almas do negócio, como você não tem muito dinheiro para campanhas de propaganda, não tenha medo de falar de sua empresa, produtos e serviços, a venda acontece em todos os momentos;
  4. Nunca gaste mais do que arrecadar, você pode acordar no meio da madrugada e constatar que não tem condição de pagar suas contas no próximo dia, então perderá o resto do sono;
  5. Acompanhe, controle e reduza seus custos, busque a economia como um alucinado, uma das mágicas dos negócios é comprar por menos e vender por mais, seu você não conseguir aumentar o preço de seus produtos e serviços, então o caminho é reduzir custos sem perder a qualidade;
  6. Use a criatividade, seja mais criativo, faça diferente, experimente;
  7. A eficiência deve estar em seu sangue, em sua respiração, faça sempre mais e melhor, com mais eficiência;
  8. Faça aquilo que goste, ame o que faz, se apaixone pelo seu trabalho, assim as segundas-feiras sempre serão mais alegres;
  9. Estude mais, todo dia, busque por mais informações, conheça o está acontecendo no mundo, quais tendências, novas tecnologias, novos processos, mais conhecimento; e por fim,
  10. Desenvolva seus funcionários, premie e reconheça-os, conheça e apoie seus funcionários, sua empresa será a imagem de sua equipe de trabalho, não existe uma organização sem pessoas e quanto melhor elas forem, melhor será sua empresa.
O caminho do sucesso não é fácil, mas seguindo estas dicas, o caminho será mais promissor.


Adm. Me. Pierre Januário – Administrador, Mestre em Gestão Empresarial, MBA Gestão de Projetos e Esp. Desenvolvimento Econômico Local.

10 MANAGEMENT TIPS TO IMPROVE YOUR BUSINESS

Our country is a place of many opportunities, the dream of many Brazilians is to own your own business, do not have employer, time to work, autonomy ...

Undertake can be a path that leads to this dream and can be undertaken by opening a new company or acquiring an operating business, in both cases there are positive and negatives aspects, so, you must be careful.

I can point out some reasons for choosing the way of the business itself: loss of employment, economic crisis, opportunities for exploitation, new development product / service, investment balance of funds, demand for greater financial return, among others.

As we see the motives and influences to undertake are different and this leads me to a thought: What kind of manager entrepreneur you are or want to be?

Regardless of your reason to take note carefully these 10 points:
  1. As boss, arrive early and leave later, you are primarily responsible for their business;
  2. Sale, sale, sale ... your company will need a lot of sales, its success will be measured by its results in sales;
  3. Advertising is a business of souls, as you do not have much money for advertising campaigns, do not be afraid to talk about your company, products and services, the sale takes place at all times;
  4. Never spend more than raise, you can wake up in the morning and see that can not afford to pay their bills next day, then lose the rest of sleep;
  5. Monitor, control and reduce their costs, look for the economy as a madman, one of the magic business is to buy for less and sell for more, her you can not raise the price of its products and services, then the path is to reduce costs without losing quality;
  6. Be creative, be more creative, do different, try;
  7. The efficiency should be in your blood, in your breath, do more and better, more efficiently;
  8. Do what you like, love what you do, fall in love for their work, so Monday will always be more cheerful;
  9. Study more, every day, search for more information, meet is going on in the world, which trends, new technologies, new processes, more knowledge; and finally,
  10. Develop your employees, rewards and recognize them, know and support your employees, your company will be the image of your work team, there is no organization without people and the better they are, the better your business.

The path to success is not easy, but following these tips, the path is more promising.



Adm Me Pierre Januário - Administrator, Master of Business Management, MBA Project Management and Esp. Local Economic Development.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Capital Punishment: you light a candle for who?

With the conviction and execution of two Brazilians in Indonesia by drug trafficking crime, it comes up again, the discussion about the capital punishment in our country. In this short article I will not go into the merits of the crime, but the issue of capital punishment and its relationship with the religion of many of our countrymen country.


I understand that a Christian, whether Catholic or evangelical can not be in favor of the death penalty. Christian religions are oriented to forgiveness, to love, to life as soon not match vengeance, hatred and death. I see many Christians, of all ages, defending the death penalty, I have no doubt that they are totally inconsistent and at least do not know what they believe, whether in life or in death.
Or a candle is lit for one side or another. Or deny the capital punishment or deny their religious beliefs. I do not know, in the Bible any passage that justifies the choice of the death penalty.

It is important that society rationally discuss topics like this, so it is democracy.

The main point of this short article is consistency between what we show and what we stand for, Mr. Christian does not match the death penalty, and that's a fact. Who advocates the capital punishment must be coherent, that is, or abandon their religion or fails to defend the death penalty.

Finally, someone asked me if I agreed with the person who killed another person in an assault, or robbery followed by death, robbery, my answer was that why he was a criminal and should be tried according to our laws and would not be me who would judge him or condemn him, of course I did not agree but who should judge and condemn would not be me or him, let alone kill him, it is up to the judiciary.
And you? light a candle for who?

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pena de morte: você acende uma vela para quem?

Com a condenação e execução de dois brasileiros na Indonésia, pelo crime de tráfico de drogas, vem a tona, mais uma vez,  a discussão sobre pena de morte em nosso país.  Neste breve artigo não vou entrar no mérito do crime cometido, mas sim a questão da pena capital e sua relação com a religião de diversos conterrâneos do nosso país.

Entendo que um cristão, seja ele católico ou evangélico não pode ser à favor da pena de morte. As religiões cristãs são orientadas ao perdão, ao amor, à vida, logo não combinam com a vingança, o ódio e a morte. Vejo muitos cristãos, de todas as idades, defendendo a pena capital, não tenho dúvida que são totalmente incoerentes e no mínimo não sabem no que acreditam, se na vida ou na morte.

Ou a vela é acesa para um lado ou para outro. Ou negam a pena de morte ou negam suas crenças religiosas. Não conheço, na Bíblia nenhuma passagem que justifique a opção pela pena de morte. 

É importante que a sociedade discuta de forma racional temas como este, assim se faz a democracia.

O ponto principal deste pequeno artigo é a coerência entre o que demonstramos e o que defendemos, sr cristão não combina com pena de morte, e isso é um fato. Quem defende a pena de morte precisa ser coerente, ou seja, ou abandona sua religião ou deixa de defender a pena de morte.

Para concluir, uma pessoa me perguntou se eu concordava com a pessoa que assassinou outra pessoa em um assalto, ou seja assalto seguido de morte, latrocínio, minha resposta foi que por isso ele era um criminoso e deveria ser julgado de acordo com nossa legislação e não seria eu quem iria julgá-lo ou condená-lo, claro que eu não concordava mas quem deveria julgar e condenar não seria eu ou ele, e muito menos matá-lo, isso cabe ao judiciário.

E você? acende a vela para quem?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

MAIS EMPRESAS PARA O MARANHÃO


(Adm. Me. Pierre Januário)

O Maranhão precisa ser forte, crescer, gerar mais empregos, melhorar seus indicadores sociais e econômicos, isso é fato, porém, este crescimento apenas se dará com indústrias e um comércio forte no Estado, precisamos crescer, de forma consistente, contínua e sustentada, faço a seguir, reflexões sobre o tema que contribuem com esta afirmação:
  • Programas de incentivo devem ser apresentados por segmentos industriais / comércio ou de serviços, adequados à vocação de cada região, logo se torna necessário identificar as vocações das regiões, bem como prover cada região com toda a infraestrutura necessária para atender os segmentos identificados.
  • O aumento do PIB deverá ser sustentado principalmente pela abertura de novos negócios – indústria / comércio e serviços e pela geração de mais emprego, um movimento interno que dependerá da capacidade de atração de investidores tanto da região quanto dos gestores públicos.
  • O investimento virá pelo acesso aos mercados, às matérias primas, pela qualidade da mão de obra, previsibilidade do ambiente político e fiscal, além de infraestrutura adequada para logística de distribuição considerando os diversos modais necessários.
  • Algumas boas consequências da atração de mais empresas para o Estado é a atração de investimentos na área de serviços para atender essa nova população que virá junto com os novos investimentos, ou seja, mais empresas atraem mais investimentos que atraem mais empresas, é uma espiral virtuosa que tende a melhorar a infraestrutura local e seu IDH, mais shoppings, mais escolas, mais supermercados, mais lojas...
  • Desburocratizar e automatizar o processo de abertura de empresas, reduzir a carga tributária (impostos, taxas e contribuições), simplificar e modernizar a arrecadação são passos importantes para atrair mais empresas.
  • Disponibilizar bases de dados sobre a economia, sociedade, mapas, fotos, tabelas e demais informações das regiões também é necessário para este incremento do investimento privado.
  • Aproveitar nossa vantagem competitiva com um porto e localização geográfica perto de grandes mercados (EUA e Europa) nos permite almejar um melhor patamar nos indicadores econômicos ligados ao mercado externo, importação de bens de capital e exportação de produtos acabados.
  • A atração de mais industriais focadas na produção de itens competitivos, associados ao controle da inflação, equilíbrio cambial e fiscal, permitirá geração de emprego de mais qualidade e crescimento econômico das regiões “tocadas” por estes negócios e suas respectivas cadeias de fornecedores.
  • “Vender” as cidades e regiões, bem como seus benefícios deve fazer parte da estratégia de qualquer Estado para atrair investimento de capital. Promover rodadas de negócios com investidores nacionais e internacionais, apresentando aspectos econômicos, sociais, ambientais e culturais das regiões. Não basta ter a infraestrutura e condições favoráveis, é preciso vender esses benefícios aos mercados, pois a competição é forte e acirrada.
  • É preciso que Secretarias e Órgãos da administração direta e indireta andem juntos, convergindo para um mesmo fim, superando barreiras e resolvendo problemas. Saúde, Educação, Infraestrutura, Meio Ambiente, Agricultura, Planejamento, Fazenda, Minas e Energia, Ciência e Tecnologia.... São exemplos de relações que precisam convergir, propiciando a melhoria dos indicadores e por conseguinte atração de mais investimento.
Para finalizar, lembro de uma reunião entre governo e empresários aonde foi perguntado “o que deveria ser feito para melhorar o ambiente de negócios?”, e um líder empresarial respondeu, “o governo precisa fazer mais, de forma mais urgente e mais rápida”, entendo e concordo com esta perspectiva, é preciso fazer mais, e principalmente fazer mais rápido, entregando os resultados para toda a sociedade.


Adm. Me. Pierre Januário.
Administrador, Mestre em Gestão Empresarial
MBA Gerenciamento de Projetos, Esp. Desenvolvimento Econômico Local
Presidente do Sindicato dos Administradores do Maranhão - SINADMA

domingo, 19 de outubro de 2014

Ser Rico ou Ser Pobre? / Being Rich or Poor? / Sein Wesen arm oder reich? / Être riche ou pauvre?



Ser Rico ou Ser Pobre?
(Adm. Pierre Januário)

Em uma discussão de final de semana, com alguns amigos, falávamos sobre as perspectivas de nosso país e os desafios que nos aguardam. Dentre as diversas manifestações, uma chamou atenção de todos, era um comentário sobre riqueza e pobreza. Disse uma amiga que na opinião dela “as pessoas pobres eram mais felizes que as pessoas ricas...”, esse tema foi logo amplamente debatido pela mesa, momento que um outro amigo, se colocou contra sua tese, “ora, não há pesquisa sobre o tema, que possa confirmar isso, quer dizer que ser rico é sinal de infelicidade? Não concordo...” disse ele.

O confronto gerou muita polêmica, uns contra, outros a favor, um debate muito acalorado. Fiquei acompanhando e avaliando as opiniões. Apresento a seguir um resumo do que penso sobre o tema.

Como Administrador, empresário, pai de família, educador e ser humano, não posso concordar 100% que ser pobre é garantia de felicidade ou de mais felicidade que outros. No Brasil temos diversos exemplos que vão contra esta tese de pobreza e felicidade, vejamos alguns casos, pessoas morrendo de fome, tráfico e violência entre regiões de pobreza, áreas sem saneamento básico, ausência de assistência médica, compra de votos, baixo nível de educação, crianças fora da escola, trabalho infantil... os problemas que a pobreza traz são muitos e nenhuma felicidade justifica-os.

Também dizer que a busca desenfreada pela riqueza sem limites, é garantia de felicidade, não estaria correto, pois, mais uma vez, são vários os exemplos que vão contra esta tese, pois vejamos alguns exemplos: brigas por heranças, desentendimentos familiares por bens, desvios de recursos financeiros em empresas familiares, assassinatos por dinheiro, sequestros, corrupção...Uma lista nada feliz de problemas.

Então qual seria a resposta para esta contenda?

Acredito na busca do equilíbrio, segundo a Teoria das Necessidades de Maslow, é preciso atender cinco conjuntos de necessidades, (1) necessidades fisiológicas ou básicas, (2) necessidades de segurança, (3) necessidades sociais, (4) necessidades de auto estima e (5) necessidades de auto realização. Todas estas, tem seu peso e impacto, e cada pessoa se enquadra em um aspecto para ser atendido, dependendo o contexto em que vive. É preciso então buscar o equilíbrio para sermos felizes e o ponto de equilíbrio depende de cada um, depende de suas necessidades e expectativas.

Um empresário industrial rico pode ser feliz? acredito que sim. Um trabalhador assalariado pode ser feliz? acredito que sim, ambos podem ser felizes, mas precisam buscar o equilíbrio associados às suas respectivas realidades, necessidades e aspirações. Se não conseguirem, certamente irão ficar frustrados e infelizes, logo, nem ser rico ou pobre trará felicidade é preciso sim, atender suas necessidades, saúde, educação, segurança, alimentação...

Uma pessoa sem condições de atender as suas necessidades e dos seus, será mais feliz que os demais? Acredito que não.

Adm. Me. Pierre Januário - São Luís/MA/Brasil


Me. Gestão Empresarial, MBA Gerenciamento de Projetos e Esp. Desenvolvimento Econômico Local.


Being Rich or Poor?
(Adm. Pierre Januário)

In a discussion of the weekend with some friends, talked about the prospects of our country and the challenges that await us. Among the various manifestations, one caught attention of everyone, was a commentary on wealth and poverty. A friend said that in her opinion "poor people were happier than rich people ...", this theme was soon widely debated by the board, when another friend, stood against his thesis, "well, there is no research on the topic, you can confirm this, I mean that being rich is a sign of unhappiness? I do not agree ... " he said.

The clash has generated much controversy, some against, some in favor, a very heated debate. I was watching and evaluating opinions. I present below a summary of what I think about the subject.

As administrator, businessman, father, educator and human being, I can not agree 100% that being poor guarantee of happiness or happiness more than others. In Brazil we have many examples that go against this thesis poverty and happiness, let's look at some cases, people starving, trafficking and violence among poor regions, areas without sanitation, lack of medical care, vote buying, low level of education children out of school, child labor ... the problems that poverty brings are many and no happiness justifies them.

Also say that the unbridled pursuit of wealth without limits, is guarantee of happiness, would not be correct because, again, there are several examples that go against this thesis, as a few examples: fights over inheritances, family disagreements by goods diversion of financial resources in family firms, murder for money, kidnappings, corruption at all happy ... a list of problems.

So what is the answer to this contention?

I believe in the pursuit of balance, according to Maslow's Theory of Needs, you must meet five sets of needs (1) or basic physiological needs, (2) safety needs, (3) social needs, (4) need for self esteem and (5) self-actualization needs. All these, have your weight and impact, and each person fits into one aspect to be met, depending on the context in which they live. It is then necessary to find the balance to be happy and the equilibrium point depends on each one, depends on your needs and expectations.

A rich industrialist can be happy? I hope so. An employee can be happy? I believe that yes, both can be happy, but need to find balance associated with their respective realities, needs and aspirations. If they can not, will surely be frustrated and unhappy, so not to be rich or poor will bring happiness one must rather meet your needs, health, education, security, power ...

A person unable to meet their needs and their will be happier than others? I think not.
 
Pierre Januário.  - São Luís/MA/Brasil


Me. Business Management, MBA Project Management and Esp. Local Economic Development.



Sein Wesen arm oder reich?
(Pierre Januário)

In einer Diskussion über das Wochenende mit ein paar Freunden, sprach über die Perspektiven unseres Landes und die Herausforderungen, die uns erwarten. Unter den verschiedenen Erscheinungsformen, eine so genannte Aufmerksamkeit aller, war ein Kommentar über Reichtum und Armut. Ein Freund sagte, dass ihrer Meinung nach "armen Leute waren glücklicher als reiche Leute ...", dieses Thema wurde bald weit vom Vorstand diskutiert, wenn ein anderer Freund, stand gegen seine These: "Nun, es gibt keine Forschung zum Thema, können Sie dies bestätigen, ich meine, dass der reich ist ein Zeichen von Unglück? Ich stimme nicht zu ... ", sagte er.

Der Zusammenstoß hat viel Streit, etwas gegen einige Stimmen, eine sehr hitzige Debatte erzeugt. Ich beobachtete und Auswertung Meinungen. Ich unten eine Zusammenfassung von dem, was ich über das Thema denken, zu präsentieren.

Als Administrator, Kaufmann, Vater, Erzieher und Menschen, kann ich nicht 100% zustimmen, dass arm Garantie für Glück oder Glück als andere. In Brasilien haben wir viele Beispiele, die gegen diese These Armut und Glück zu gehen, schauen wir uns einigen Fällen Menschen hungern, Handel und Gewalt unter den armen Regionen, Gebiete ohne sanitäre Einrichtungen, mangelnde medizinische Versorgung, Stimmenkauf, niedriges Bildungsniveau Kinder aus der Schule, Kinderarbeit ... die Probleme, die Armut bringt viele und kein Glück rechtfertigt.

Auch sagen, dass die ungezügelte Streben nach Reichtum ohne Grenzen, ist Garant für Glück, wäre nicht richtig, denn auch hier gibt es einige Beispiele, die gegen diese These zu gehen, wie ein paar Beispiele: Kämpfe um Erbschaften, Familie Meinungsverschiedenheiten nach waren Umleitung von Finanzmitteln in Familienunternehmen, Mord für Geld, Entführungen, Korruption auf alle glücklich ... Eine Liste von Problemen.

Also, was ist die Antwort auf diese Behauptung?

Ich glaube, dass bei der Verfolgung der Balance, nach Maslow Theorie der Bedürfnisse, müssen Sie fünf Sätze von Anforderungen (1) oder der körperlichen Grundbedürfnisse zu erfüllen, (2) Sicherheitsbedürfnisse, (3) soziale Bedürfnisse, (4) müssen für das Selbstwertgefühl und (5) Selbstverwirklichung braucht. Alle diese, haben Sie Ihr Gewicht und Einfluss, und jede Person passt in einen Aspekt erfüllt werden, je nach dem Kontext, in dem sie leben. Es ist dann notwendig, um die Balance zu finden, glücklich zu sein und die Gleichgewichtspunkt ist abhängig von jedem einzelnen, hängt von Ihren Bedürfnissen und Erwartungen.

Eine reiche Industriellen glücklich sein kann? Hoffentlich. Ein Mitarbeiter kann glücklich sein? Ich glaube, dass ja, beide können glücklich sein, sondern müssen Gleichgewicht mit ihren jeweiligen Gegebenheiten, Bedürfnisse und Hoffnungen verbunden zu finden. Wenn sie nicht, werden sicherlich frustriert und unglücklich werden, so dass nicht zu reich sein oder arm wird Glück bringen muss und nicht Ihre Bedürfnisse, Gesundheit, Bildung, Sicherheit, Leistung zu treffen ...

Eine Person, die nicht in der Lage, ihre Bedürfnisse zu befriedigen und ihren glücklicher sein als andere? Ich glaube nicht.

Pierre Januário -
São Luís/MA/Brasil
Master in Business Management, MBA Projektmanagement-Spezialist und lokale Wirtschaftsentwicklung.


Être riche ou pauvre?
(Pierre Januário)

Dans une discussion sur le week-end avec quelques amis, a parlé des perspectives de notre pays et les défis qui nous attendent. Parmi les diverses manifestations, un attrapé l'attention de tout le monde, c'était un commentaire sur la richesse et la pauvreté. Un ami m'a dit qu'à son avis, «les gens pauvres étaient plus heureux que les riches ...", ce thème a été bientôt largement débattu par le conseil, quand un autre ami, se tenait contre sa thèse, «Eh bien, il n'y a pas de recherche sur le sujet, vous pouvez confirmer cela, je veux dire que d'être riche est un signe de malheur? Je ne suis pas d'accord ... "dit-il.

Le choc a suscité beaucoup de controverse, certains contre, certains en faveur d'un débat très animé. Je regardais et l'évaluation des opinions. Je vous présente ci-dessous un résumé de ce que je pense sur le sujet.

En tant qu'administrateur, homme d'affaires, père, éducateur et un être humain, je ne peux pas être d'accord à 100% que d'être pauvre garantie du bonheur ou le bonheur plus que d'autres. Au Brésil, nous avons de nombreux exemples qui vont à l'encontre de cette thèse de la pauvreté et de bonheur, regardons certains cas, les gens qui meurent de faim, le trafic et la violence entre les régions pauvres, les zones sans assainissement, le manque de soins médicaux, l'achat de voix, faible niveau d'éducation enfants de l'école, le travail des enfants ... les problèmes que la pauvreté apporte sont nombreux et pas de bonheur justifient.

Dire aussi que la recherche effrénée de la richesse sans limites, est garantie de bonheur, ne serait pas correct parce que, encore une fois, il ya plusieurs exemples qui vont à l'encontre de cette thèse, que quelques exemples: les combats plus les héritages, les désaccords de la famille de produits détournement des ressources financières dans les entreprises familiales, assassiner pour de l'argent, les enlèvements, la corruption à tous heureux ... Une liste des problèmes.

Alors, quelle est la réponse à cette affirmation?

Je crois à la recherche de l'équilibre, selon la théorie des besoins de Maslow, vous devez répondre à cinq types de besoins (1) ou des besoins physiologiques de base, (2) les besoins en matière de sécurité, (3) les besoins sociaux, (4) ont besoin pour l'estime de soi et (5) les besoins d'auto-actualisation. Tous ceux-ci, ont le poids et l'impact, et chaque personne s'inscrit dans un aspect à relever, selon le contexte dans lequel ils vivent. Il est alors nécessaire de trouver l'équilibre pour être heureux et le point d'équilibre dépend de chacun, en fonction de vos besoins et attentes.

Un riche industriel peut être heureux? J'espère bien. Un employé peut être heureux? Je crois que oui, les deux peuvent être heureux, mais j'ai besoin de trouver un équilibre associée à leurs réalités, leurs besoins et leurs aspirations respectives. S'ils ne peuvent pas, seront sûrement frustrés et malheureux, afin de ne pas être riche ou pauvre apportera le bonheur, il faut plutôt répondre à vos besoins, la santé, l'éducation, la sécurité, l'énergie ...

Une personne incapable de répondre à leurs besoins et leur sera plus heureux que les autres? Je ne crois pas.

Pierre Januário, São Luís/MA/Brasil
Master en gestion des affaires, MBA Spécialiste de la gestion de projet et le développement économique local.