quarta-feira, 27 de março de 2013

O desafio do trabalho em grupo nas faculdades



São Luís/MA, 27 de Março de 201. Por: Prof. MSc. Adm. Pierre Januário.

O trabalho desenvolvido nas academias, nos cursos de Administração, Economia e Contabilidade, principalmente, são reflexos das demandas que serão enfrentadas no mercado do trabalho. Análises, pareceres, relatórios, diagnósticos, avaliações, conclusões, opiniões, estudos..., farão parte do dia-a-dia dos melhores profissionais, que atuarão no planejamento e avaliação de projetos e processos organizacionais das mais diversas naturezas e vertentes.

Um número grande dessas ações, não serão desenvolvidas apenas de forma solitária, tanto por suas complexidades, quanto por suas dimensões e pela limitação de tempo, mas deverão ser construídas em partes, por profissionais diferentes, de especialidades diferentes e por vezes em sites diferentes, que podem englobar inclusive Municípios, Estados ou Países diferentes, sem falar da tendência de trabalho em casa.

Diante deste contexto, o trabalho em grupo, apesar de realizado por atores diferentes, com especialidades diferentes e em locais diferentes, deverá conter uma mesma estratégia, um mesmo sentido, refletir uma mesa orientação e ideia, sem perder vista os conhecimentos técnicos específicos de cada área. Este trabalho final deverá conter a mesma “cara”, concatenado, como um carro com diversas partes produzidas em locais diferentes, mas todas com um mesmo fim, ou seja, a locomoção do passageiro.

Ao avaliar trabalhos em grupo produzidos em nossas faculdades, percebo a ausência de conexões entre os textos, os conceitos, as influências... a ausência de verbos e ideias de ligação entre um parágrafo e outro, e o que é pior, o total desconhecimento dos autores quanto ao todo produzido, ou seja, cada um produziu a sua parte, sem preocupação em conhecer e compreender o todo, o final, a conclusão, ele não apresentam condição de opinar sobre o trabalho final, sobre caminhos, alternativas e críticas, pois se preocuparam apenas com o “parafuso” e não com a função deste “parafuso” no motor.

Minha orientação é que os grupos façam individualmente, mas discutam antes coletivamente, aonde cada um apresente um resumo de “sua parte”, para influenciar os demais textos produzidos e ser influenciado por outras visões, além de trocar fontes de referência, expectativas e desafios.  Depois do material produzido alguém ou alguns deve/devem fazer a ligação dos textos produzidos, fazer a interpretação e avaliação se o texto final atende o objetivo da demanda solicitada, se existem repetições, incoerências, e alinhamento estratégico. Neste momento correções e ajustes podem ser feitas, objetivando um trabalho final consistente e coerente.

Por fim, todos precisam tomar conhecimento e se apropriarem do produto final, ler o trabalho final, propor ajustes e alinhamentos finais, compreender como sua parte é importante, se relaciona e influencia o todo. Cumprida estas etapas o trabalho em grupo vale a pena e contribuirá com o desenvolvimento individual e coletivo dos alunos.


Prof. MSc. Adm. Pierre Batista Moraes Januário
Administrador, MSc. Gestão Empresarial, MBA Gerenciamento de Projetos, Esp. Desenvolvimento Econômico Local, Esp. Gestão de Negócios, Professor de Comércio Exterior / Finanças / Gestão de Projetos e Desenvolvimento Econômico Local.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Os Administradores e a Gestão de Recursos Humanos


Estive presente, durante o dia 21/03/13, ao quinto congresso de gestão de pessoas do Maranhão, evento promovido pela ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) e sua seção no Maranhão (ABRH-MA) com o tema “Gestão de pessoas construtivas – tendências e perspectivas” a convite da Professora Adriana Araújo, Presidente do Conselho da ABRH-MA. 

Dentre as diversas reflexões discutidas, todas consistentes, chamo a atenção aos administradores de nosso Estado sobre as perspectivas do mercado para os próximos anos em um cenário de cada vez mais competitividade, crises, globalização e conectividade. 

A busca por talentos e retenção destes profissionais está exigindo que as organizações atuem buscando atender novas demandas, novas necessidades, sem perder de vista questões como salários e estabilidade. Entra na balança questões como: desenvolvimento e desafios profissionais, boa imagem da organização e qualidade de vida, dentre outras abordagens. 

Não devemos perder de vista a necessidade de garantir um ambiente equilibrado entre direitos e deveres que serão mais percebidos pelos profissionais, considerando o fácil acesso a informações que a internet o aumento da renda e a melhoria da infraestrutura de comunicação trouxe para esta geração. 

Aos profissionais de RH fica meu pedido, minha dica: “mantenham o diálogo das empresas com as organizações defensoras dos interesses dos profissionais das organizações, buscando o equilíbrio desta relação entre capital e trabalho, pois todos precisam ganhar”

Prof. MSc. Adm. Pierre Batista Moraes Januário 
Comércio Exterior, Finanças, Gestão de Projetos e DEL
Presidente do Sindicato dos Administradores do Maranhão - SINADMA 
Consultor Especialista em Monitoramento, Avaliação e Gerenciamento de Projetos - i3Projetos.com

Professores Fernando, Miguel, Pierre e Adriana.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Administradores / Gerentes de Projetos participe: WORKSHOP SOBRE OPORTUNIDADES NO SETOR PORTUÁRIO

WORKSHOP SOBRE OPORTUNIDADES NO SETOR PORTUÁRIO

Oportunidades no setor portuário serão discutidas na ACM


ASSUNTO: WORKSHOP SOBRE OPORTUNIDADES NO SETOR PORTUÁRIO

PALESTRANTES: PAULO LEE HO, do Ministério dos Transportes; Coordenador da Mesa: Gustavo Martins Marques, Secretário Municipal de Projetos Especiais; Debatedores: Antônio Santos, representando a Secretário Municipal de Projetos Especiais e o empresário Sérgio Silva Sombra, representando a ACM                  

LOCAL: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO MARANHÃO

DATA: 21/02/2013

HORÁRIO: 18h

CONTATOS: ACM ( 98
3231-1313

Oportunidades no setor portuário serão discutidas na ACM

Discutir competências e atribuições da União, do município e do setor privado no que se refere ao aproveitamento de eventuais oportunidades de negócios no setor portuário, favorecidas pela edição da Medida Provisória n° 595, da Presidência da República.

São estes os objetivos do Workshop que a Associação Comercial do Maranhão e a Secretaria de Projetos Especiais da Prefeitura de São Luís promovem, no próximo dia 21, a partir de 18h, na sede da ACM.

O workshop contará com a participação, como principal palestrante, do executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Lee Ho. Também participam como coordenador e debatedores, o secretário de Projetos Especiais da Prefeitura da capital e vice-presidente da ACM, Gustavo Martins Marques, além de Antônio Santos, pela Secretaria de Projetos Especiais e o empresário Sérgio Silva Sombra, representando a ACM.

Na ocasião, Lee Ho deverá detalhar os principais aspectos da Medida Provisória nº 595, baixada pela Presidência da República em 6 de dezembro do ano passado. A MP 595 modifica o marco regulatório do setor, introduzindo novas regras, por exemplo, para a participação da iniciativa privada na operação e construção de terminais portuários; fazendo uma distinção entre serviços e atividades portuárias, além de fixar novos parâmetros para as licitações, concessões e arrendamentos no setor.

O evento é direcionado a empresários e entidades organizadas do setor de logística portuária e transporte de cargas, prioritariamente, mas deverá reunir também representantes das áreas de obras, infraestrutura e turismo, no âmbito estadual e municipal, além de membros do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), do Porto do Itaqui e representantes de grandes empresas que operam no Complexo Portuário de São Luís.

Para o vice-presidente da ACM e secretário municipal Gustavo Marques, trata-se de um primeiro passo na qualificação do setor privado em favor do melhor aproveitamento de eventuais oportunidades de negócios surgidas a partir da Medida Provisória 595. "Da parte da ACM, desejamos conhecer melhor a quais são essas oportunidades, para que possamos estimular a preparação dos nossos associados para elas; da parte da Prefeitura, nosso interesse é, conhecendo o conjunto de oportunidades, planejar a forma de atuação do município, articular parcerias e trabalhar em favor da eliminação de eventuais entraves à concretização dessas oportunidades de novos negócios abertas pela MP 595", explicou Marques.

A realização de workshops como esse é uma das metas da atual gestão da ACM, encabeçada pela empresária Luzia Resende. "Além de promover a aproximação entre a iniciativa privada e o setor público, a entidade almeja estabelecer uma agenda de debates sobre temas de interesse do empresariado articulada com ações concretas do setor público, especialmente no que se refere a oportunidades de negócios. O workshop será um passo inicial, a partir do qual deverão decorrer ações e novas etapas a serem cumpridas", concluiu o vice-presidente.


domingo, 18 de novembro de 2012

Segredo para Captação de Recursos em São Luís

Ouça o professor Paulo França: Segredo para Captação de Recursos em São Luís

Os cenários econômicos internacional e nacional apresentam diversos desafios. Saber transformar projetos em planos de negócios é um diferencial para a conquista do sucesso profissional e para garantia da saúde financeira das organizações. Muitos sabem elaborar projetos, mas poucos conseguem captar recursos de terceiros, viabilizando, assim, a implantação, manutenção e crescimento de empresas, organizações públicas e entidades do terceiro setor.  Recursos financeiros são abundantes atualmente, o que faltam são boas alternativas de empreendimentos para investidores, patrocinadores, financiadores e doadores, além de profissionais preparados para fazer a gestão do que for captado.


Tendo como público-alvo Empreendedores, Empresários, Gestores Públicos, Autoridades, Professores, Executivos, Profissionais Liberais e Estudantes, que precisam captar recursos financeiros e posteriormente fazerem uma boa gestão do que foi captado, o consultor, palestrante coach e assessor de comunicação PAULO FRANÇA irá ministrar em São Luís, de 21 a 23 de novembro, o curso FUNDRAISING: O Segredo para Captação de Recursos, com duração de 12 horas.

O programa do curso inclui cenários, técnicas avançadas de marketing e vendas, fontes nacionais e internacionais de recursos, metodologia 3A para captação de recursos, banco de patrocínios, assuntos governamentais, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental, elaboração e gestão de projetos, e rede de contatos.

Sobre o PAULO FRANÇA: É Presidente do Conselho Consultivo & CEO da PAULO FRANÇAConsultoria, da Agência Soeconomia (www.soeconomia.com.br) e do Banco de Patrocínios. Autor do Livro “Captação de Recursos para Projetos Empreendimentos”, Economista pela USP, com Cursos nos Mestrados de Administração (USP) e Ciências Políticas (UNB).

Coordenador do Curso e Palestrante: Prof. e Consultor Pierre Januário, que é Diretor de Negócios e Projetos da empresa “I3 Projetos, Planejamento, Consultoria e Gestão” (www.i3projetos.com). Presidente do Sindicato dos Administradores do Maranhão - SINADMA, Também é Administrador, Mestre em Gestão de Empresas, Especialista em Gerenciamento de Projetos, em Gestão de Negócios e em Desenvolvimento Local Sustentável.

Informações e inscrições
Para obter mais informações e fazer inscrição, envie um e-mail para contato@i3projetos.com, acessewww.i3projetos.com, ou telefone para  (98) 9608-0666 (oi) ou 8163-4384 (tim).

Encomex Bento Gonçalves - INSCRIÇÕES NO BALCÃO DE ATENDIMENTO DO MDIC AOS EMPRESA

Repasso informações sobre ENCOMEX Bento Gonçalves.
Obrigado. Abraços.
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Pierre Januário

Caros Empresários,

Durante a realização do ENCOMEX Empresarial Bento Gonçalves, a se realizar no dia 29 de novembro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através da Secretaria de Comércio Exterior, manterá em seu estande um espaço específico de atendimento empresarial para despacho executivo, das 10h00 às 18h00, o "Desk Resolution".

Trata-se de espaço que tem por objetivo dirimir dúvidas relacionadas a casos concretos e esclarecer ferramentas acerca dos assuntos afetos àquela Secretaria, bem como resolver pendências, especialmente às de competência do Departamento de Operações de Comércio Exterior – DECEX.

Nesse sentido, o empresário poderá contar com a presença de técnicos de cada Departamento da SECEX bastando, para isso, comparecer ao estande no horário acima mencionado para os temas relacionados ao DECOM, DEINT, DENOC e DEPLA; e para os temas de alçada do DECEX no horário a ser agendado.

Visando agilizar o atendimento, nos casos específicos de pendências nas operações de exportação, importação, drawback, cotas ou NOVOEX, assuntos de competência do DECEX, solicitamos preencher as informações abaixo, encaminhando ao endereço eletrônico: encomex@mdic.gov.br e lina.chang@mdic.gov.br.

    NOME:
    EMPRESA/ÓRGÃO*:
    CARGO/FUNÇÃO:
    TELEFONE:
    E-MAIL:

         Favor indicar o assunto e o respectivo dado solicitado:

(   ) 1.EXPORTAÇÃO. Informar nº do Registro de Exportação e a descrição detalhada do problema a ser tratado: 
(   ) 2.NOVOEX. Informar nº do Protocolo MDIC e a descrição detalhada do problema a ser tratado: 
(   ) 3. IMPORTAÇÃO. Informar nº da Licença de Importação e a descrição detalhada do problema a ser tratado: 
(   ) 4. DRAWBACK. Informar nº o Ato Concessório, o NCM de Exportação e a descrição detalhada do problema a ser tratado: 
(   ) 5.COTAS. Informar o NCM e a descrição detalhada do problema a ser tratado: 

 

Informamos que a agenda será montada de acordo com a ordem de chegada das solicitações de atendimento encaminhadas. Vale lembrar que, devido ao cumprimento de horário pertinente à realização do evento junto ao FUNDAPARQUE (Parque de Eventos – Pavilhão E), os atendimentos deverão cumprir rigorosamente a agenda sendo, portanto, em número limitado. Cada empresa solicitante receberá, posteriormente, comunicação de data e horário do agendamento.

* No caso de empresa de despacho aduaneiro, esta deverá apresentar procuração válida para o atendimento.

Atenciosamente,

Equipe do Encomex – Encontros de Comércio Exterior
www.encomex.mdic.gov.br 


terça-feira, 13 de novembro de 2012

"Escritório de Avaliação Independente do BID seleciona profissionais para trabalhar em Washington (6 vagas)"

"Escritório de Avaliação Independente do BID seleciona profissionais para trabalhar em Washington (6 vagas)" no grupo Oportunidades em Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação

Para ver este tópico, vá em:
http://redebrasileirademea.ning.com/group/Oportunidades/forum/topic/show?id=3549601%3ATopic%3A63517&xg_source=msg

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Para não seguir mais novas discussões neste grupo, vá para:
http://redebrasileirademea.ning.com/group/Oportunidades/forum?unfollowNewTopic=1&xg_source=msg

Para controlar os e-mails que deseja receber emRede Brasileira de Monitoramento e Avaliação, vá para:
http://redebrasileirademea.ning.com/profiles/profile/emailSettings?xg_source=msg_group_disc

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Notícias sobre a Alemanha o Comércio Exterior e sua relação com o Brasil no campo da inovação - 09/11/2012

O que nós Maranhenses temos haver com isso?
O que nós Administradores temos haver com isso?
Existem oportunidades neste cenário? perspectivas?

Qual sua opinião?

Prof. Adm. MSc. Pierre Januário

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EXPORTAÇÕES ALEMÃS RECUAM NO RITMO MAIS RÁPIDO DESDE DEZEMBRO DE 2011

As exportações da Alemanha recuaram no ritmo mais rápido desde o final do ano passado e as importações também caíram em setembro, ampliando as evidências de que a crise da zona do euro começou a afetar com força a maior economia do bloco, segundo informações da Reuters.

Fonte: ESTADÃO.COM.BR

CÂMARA BRASIL-ALEMANHA OFERECERÁ SUPORTE À INOVAÇÃO

A Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK-SP, na sigla em alemão) anunciou ontem a inauguração de seu Departamento de Inovação e Tecnologia (DIT), a ser realizada na sede da entidade, em evento no dia 12 de novembro, às 17 horas. Tem por objetivo promover o debate sobre o papel da inovação na competitividade, e contará com a presença de especialistas executivos de empresas alemãs no Brasil, como Maurício Muramoto, presidente da Continental Brasil, Ideval Munhoz, CEO da T-Systems, e Livaldo Aguiar dos Santos, presidente das Indústrias Romi.

"A Alemanha é o país-referência no mundo para questões que envolvem inovação, desenvolvimento de tecnologia e investimentos em pesquisa", afirmou Weber Porto, presidente da AHK-SP via relatório. Pois, segundo ele, o DIT da AHK-SP tem o intuito de contribuir para encarar as principais dificuldades do processo de geração de inovação no país, por meio de transferência de tecnologias e troca de conhecimento entre empresas e instituições brasileiras e alemãs.

Adriano Gomes, professor de Administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), concorda com a avaliação do presidente sobre a questão da parceria com empresas alemãs. "A Alemanha é um dos países que mais investe em inovação e tecnologia, por isso vejo com bons olhos essas parcerias mais solidas".

Weber acredita que a criação do novo Departamento acontece em um momento em que o próprio governo brasileiro passou a priorizar o tema, "aproximando-se de instituições alemãs consideradas modelo neste campo", explica.

A comunidade empresarial está cada vez mais consciente da importância da inovação e em que ocorrem importantes colaborações entre entidades brasileiras e alemãs com vistas ao progresso científico.

Sofhia Harbs, diretora do novo Departamento, destacou o desenvolvimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Industrial (Embrapi), baseada no modelo alemão do Fraunhofer, para estimular inovação junto a pequenas e médias empresas. O Programa Ciência sem Fronteiras, que prevê o envio de dois mil universitários, mestrandos e doutorandos para aprimoramento acadêmico em instituições alemãs; e também a abertura do primeiro escritório da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), na Alemanha, atividades que, em sua visão, vão fomentar inovação em diferentes cadeias.

"O Brasil precisa de mais investimento nesse setor, pois é o País que menos investe em tecnologia e inovação. Mesmo com programas de incentivos, o que vemos na linha de aplicação é praticamente desconsiderado", alerta o professor. Ele ainda completa. "Não há outra saída para a busca de competitividade mais sadia, se não for por meio da inovação, não tem jeito, esse é o único caminho", disse.

As medidas tomadas pelo DIT não fogem dessa linha [tecnologia e inovação], buscam o aumento da competitividade que atinge diretamente empresas instaladas no Brasil. Ou seja, boas práticas de gestão tecnológica e de inovação bem como a de selecionar alianças tecnológicas entre as entidades nesse setor do Brasil e da Alemanha. "Se de fato o DIT atingir a questão da tecnologia e inovação, a principal consequência será a chave do sucesso [competitividade]", analisa.

Isso trará mais oportunidade às pequenas e médias empresas brasileiras que poderão buscar parcerias com organizações de porte similar na Alemanha e instituições em ambos os países, visando o desenvolvimento local de produtos, tecnologias e processos que venham dos atuais desafios do Brasil. "É um passo importante para o País, mais um elemento fundamental que motivara esse tipo de ação, tem tudo para acontecer, eu acredito", assegura o professor.

Para a realização dessas medidas, já foi firmado um acordo de cooperação entre o Departamento e entidades, como a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com as quais já são desenvolvidas atividades voltadas à qualificação profissional, intercâmbio de experiências, desenvolvimentos e pesquisas junto às instituições.

Câmara Brasil-Alemanha

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) é uma entidade que desenvolve um papel essencial no fomento das relações econômicas entre os dois países. Filiada à Confederação Alemã das Câmaras de Comércio e Indústria (DIHK), atua como base para o fortalecimento e a diversificação dos negócios de seus associados, na atração de investimentos para o Brasil, na ampliação do comércio bilateral e na cooperação entre os países do Mercosul e da União Europeia. No Brasil há 96 anos, congrega 1,7 mil associados, entre empresas de capital ou know-how alemão instaladas no País e companhias brasileiras e alemãs voltadas ao comércio exterior.

Fonte: Diário do Comércio e Indústria

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Contratação de Consultor na modalidade PRODUTO para realizar trabalhos avaliativos vinculados a avaliação externa e final de projetos de investimento social indireto no estado do Espírito Santo

Contratação de Consultor na modalidade PRODUTO para realizar trabalhos avaliativos vinculados a avaliação externa e final de projetos de investimento social indireto no estado do Espírito Santo.


Edital nº 03/2012

 

Projeto: Avaliação final de projetos sociais com enfoque em Educação e Geração de Trabalho e Renda no Espírito Santo.

 

Contratação de Consultor na modalidade PRODUTO para realizar trabalhos avaliativos vinculados a avaliação externa e final de projetos de investimento social indireto no estado do Espírito Santo, apoiados por empresa  privada.

 

Cargo:

01 vaga de Consultor Júnior, com o seguinte perfil:

a) Formação Acadêmica: Nível superior, preferencialmente em Serviço Social, Administração e ou Economia;       

b) Qualificação: Experiência mínima e comprovada de 2 anos em processos avaliativos em projetos sociais.

c) Critérios para a seleção:

- Experiência na avaliação de projetos sociais.

- Conhecimento e prática em Gestão de Organizações Sociais de Interesse Público.

- Sensibilidade cultural e experiência em características regionais de Minas Gerais;

- Habilidade na elaboração de relatórios;

- Residência em um destes municípios:  Alegre, Alfredo Chaves, Anchieta, Cachoeiro do Itapemirim, Cariacica, Castelo, Dores do Rio Preto, Guaçui, Guarapari, Iconha, Itapemirim, Jerônimo Monteiro, Muniz Freire, Piúma, Rio Novo do Sul, Serra, Vargem Alta, Viana, Vila Velha e Vitória.;

- Disponibilidade para deslocamentos em veículo próprio; e

- Acesso a internet e disponibilidade de comunicação em tempo real.

 

Produtos:

- 01 visita In loco com entrevistas com gestores para cada um dos 32 projetos a serem avaliados;

- Registro fotográfico de cada uma das visitas realizadas;

- Inserção dos dados da avaliação no sistema da contratante;

- 32 Relatórios Finais conforme modelo fornecido pela contratante.

 

Período do contrato: 

O contrato se materializa pela entrega dos produtos que se estima em aproximadamente 30 dias.

 

Local de Trabalho:

Home-office e a campo para as visitas In Loco.

 

Honorários:

Remuneração bruta: 4.800,00 (retenção na fonte de IRRF e Contribuição Previdenciária);

Ajuda de custo de combustível, hospedagem e alimentação.

 

OS INTERESSADOS DEVERÃO ENVIAR O CURRICULUM VITAE ATÉ 12/11/2012

PARA O E-MAIL: contato@ambientepublico.com.br  mencionando no campo assunto: "Edital nº 03/2012 – Consultor ES"

 

Informamos que esta contratação será efetuada mediante processo seletivo simplificado (análise de currículo), e caso seja necessário, uma entrevista. É imprescindível a comprovação da qualificação profissional e da capacidade técnica e logística compatível com os trabalhos a serem executados.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Empresas brasileiras vão à luta na África

05/11/2012

 

No mês de novembro, a agenda do executivo Leonardo Brito, da construtora baiana OAS, incluirá passagens de três ou quatro dias por África do Sul, Moçambique, Quênia, Congo, Gana, Guiné e Guiné Equatorial. Ele tem dificuldades de responder sobre o local onde mora. E não sem motivo: passa boa parte de seu tempo no avião da empresa, indo de um país africano para outro. Uma vez por mês, por três ou quatro dias, volta a São Paulo, onde moram a mulher e o filho. De certa forma, a vida do executivo resume o renovado apetite brasileiro pelas oportunidades oferecidas pelo continente africano.
 
Hoje, grandes empresas nacionais prospectam negócios relevantes em mais de uma dezena de países da África. Angola é o maior e mais tradicional mercado, a África do Sul recebe a maior parte dos investimentos de indústrias de transformação e Moçambique pode ser chamado de um "destino emergente" (o Brasil é o quinto maior investidor internacional na nação).
 
Empresas como Vale e Petrobrás investem pesado em mercados ricos em recursos naturais, como petróleo, gás, carvão e minério de ferro, ajudando a espalhar influência brasileira pelo continente. A Vale explora carvão em Moçambique e é sócia da israelense BSG no complexo de Simandou, na Guiné, considerada a maior reserva inexplorada de minério de ferro do planeta. Já a Petrobrás tem ativos de óleo e gás em nações como Angola, Nigéria, Tanzânia e Namíbia. Para a Andrade Gutierrez, as obras contratadas no continente africano somam US$ 2,2 bilhões, ou 20% do volume total da companhia.
 
A África é, ao lado da América Latina, o principal vetor da expansão internacional de grupos brasileiros. Segundo um estudo da Ernst & Young, embora o Brasil só participe com 0,6% do total dos investimentos estrangeiros nos 54 países africanos, a expansão nos últimos cinco anos tem acompanhado de perto o ritmo chinês. Desde 2007, a atividade brasileira cresceu 10,7% ao ano na África, enquanto a chinesa subiu 11,7%.
 
Junto com o direito de explorar os recursos naturais do continente vem a obrigação de realizar obras de infraestrutura para os governos - o que abre um mercado cativo para as empreiteiras. Não é por acaso que Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht estão entre os grupos brasileiros mais bem conectados no continente.
 
Segundo o diretor-superintendente da Odebrecht em Moçambique, Miguel Peres, a presença em determinados países abre portas para obras de governo, não necessariamente ligadas a projetos de exploração de recursos naturais.
 
A disputa de obras governamentais com as construtoras chinesas, que oferecem crédito barato e de fácil liberação, fez com que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciasse um projeto para facilitar a vida dos grandes grupos nacionais. A Odebrecht atualmente constrói um aeroporto internacional em Nacala, no norte de Moçambique, com financiamento do banco. O BNDES não financia a obra em si, mas os serviços que são exportados por conta desses contratos.
 
As liberações para as exportações de serviços somaram US$ 658 milhões de janeiro a agosto deste ano. Dois países africanos - Angola e Moçambique - concentram cerca de 40% dos empréstimos (o restante do valor foi repassado a projetos na América Latina). Segundo o banco, a quantidade de dinheiro liberada só não é maior porque muitos governos africanos têm dificuldade para as garantias financeiras necessárias neste tipo de financiamento.
 
Riscos. Assim como o BNDES, as grandes companhias brasileiras sabem que investir na África embute uma boa dose de risco. Um dos exemplos dessa instabilidade é a entrada da Vale na Guiné. Com o fim do regime ditatorial que governou o país por mais de 20 anos, a nova administração resolveu modificar o código mineral e revisar os contratos firmados de acordo com as regras antigas. Resultado: a expectativa de explorar uma reserva comparável à de Carajás, no Pará, se transformou em uma obra parada no meio da floresta.
 
Mesmo assim, a posição da empresa tem sido de renegociar os termos do contrato com o governo. Pela quantidade de minério estimada em Simandou, existe uma longa lista de interessados em explorar o potencial caso a Vale decida deixar o país. O banco BTG, de André Esteves, está em entendimentos com o governo para oferecer serviços financeiros e auxílio em obras estruturais. Neste ano, o BTG criou a B&A Mineração, em sociedade com Roger Agnelli, um ano depois de sua saída da Vale.
 
A aproximação entre o governo do país e o BTG incomodou a sócia da Vale em Simandou, a israelense BSG. A direção da empresa chegou a vir ao Brasil procurar advogados para abrir um processo contra Roger Agnelli e o BTG.
 
Para trabalhar na África, é importante conhecer bem quem serão os parceiros. Eduardo Sampaio, diretor-gerente da americana FTI Consulting, tem a missão de facilitar a entrada de investidores no continente. O primeiro passo, conta ele, é checar os antecedentes dos envolvidos. Sampaio também ajuda na confecção dos contratos. O caminho mais recomendável é definir que a arbitragem de conflitos seja feita em um tribunal internacional.
 
Com o devido dever de casa feito, no entanto, a avaliação das empresas é que os ganhos compensam os riscos. Antes de assumir a direção da divisão africana da construtora OAS e peregrinar o continente em um avião particular, Leonardo Brito trabalhava no departamento financeiro da empresa. Ainda no Brasil, mapeou as possibilidades de cada uma das nações da África. Hoje, a OAS já está presente em seis países, incluindo Angola, Moçambique e Guiné. No momento, Brito busca executivos para administrar cada um deles.
 
Mas isso não quer dizer que o tempo de voo do executivo vá diminuir nos próximos meses. Pelo contrário: assim que formar a equipe, vai preparar a expansão da OAS para pelo menos outras sete nações africanas. A construtora, que está envolvida em estradas, hidrelétricas e portos elegeu a África como prioridade em seu projeto internacional.
 
A empresa quer fincar bandeira em vários pontos do mapa africano - de preferência, antes da concorrência. Com base no estudo que elaborou, Brito diz ter convicção de que a redemocratização de várias nações permitirá apostas ousadas no futuro. "Estudei cada um dos mais de 50 países africanos. E posso garantir que há potencial de investimento em pelo menos 30."
 
Fonte: O Estado de S. Paulo

Camex reduz Imposto de Importação de 330 itens para incentivar investimentos

Com o objetivo de reduzir os custos dos investimentos na indústria, foram publicadas hoje(31), no Diário Oficial da União (DOU), duas novas Resoluções Camex que diminuem o Imposto de Importação para 330 máquinas e equipamentos sem produção no Brasil até 30 de junho de 2014. As Resoluções foram aprovadas, dentro do regime de ex-tarifário, pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior (MDIC). Mais de 80% dos ex-tarifários aprovados referem-se a novos investimentos. 


A Resolução Camex n°74 traz a relação de 322 ex-tarifários simples para bens de capital, com redução de alíquotas de 14% para 2% - sendo quarenta e cinco pedidos de renovação e 277 novos pedidos de concessão. Já a Resolução Camex n°75, referente a bens de informática e telecomunicação, concede redução de imposto de 16% para 2% para impressoras de grande formato e renovação da redução tarifária de 16% para 0% para sete equipamentos relacionados a investimentos em tecnologia de TV digital.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

As influências do mercado nas publicações financeiras

São Luís/MA, 11 de Outubro de 2012.
O Governo Brasileiro através do Conselho Monetário Nacional e seus atores, apesar do jogo político e financeiro do mercado, têm a obrigação de desenvolver nosso País. Olhar para o mercado interno e incentivar seu desenvolvimento, promover política social através de emprego e renda.
Os resultados positivos são alcançados quando suas ações protegem a população e o Brasil tem feito esse dever de casa nas últimas décadas – resgatando a saúde financeira da população através da distribuição de renda, do controle da inflação, doe equilíbrio do câmbio, dentre outras ações.
Mais de oito milhões de brasileiros, que agora anseiam por consumo, geram aumento de produção nas indústrias, que por sua vez, precisam ser modernizadas e isso não se faz da noite para o dia e não agrada os que vivem da especulação de nossas riquezas.
Contrários a essa busca de crescimento sólido e efetivo do Brasil, temos empresas e investidores, que insistem em impor suas políticas e verdades, esquecendo ou não querendo ver que o Brasil, assim como o mundo é outro, dono de seu futuro, andando com suas pernas e decisões.
No entanto, o mercado não aceita esse novo cenário facilmente e, desse modo, surgem os boatos e incertezas. Os menos esclarecidos e informados, vez por outra, aceitam como verdade tudo que é publicado, ou simplesmente escutam e repetem, mesmo sem entender, fazendo com que mais e mais pessoas acreditem nestas inverdades.
Sociólogos afirmam que "Uma verdade passa a ser aceita não por ser verdade, ou porque seus opositores rendem-se a ela, mas porque, eventualmente todos morrem, e novas gerações nascem e crescem acostumando-se com elas".
É preciso ter um olhar crítico às publicações de atores do mercado financeiro que negociam papéis e publicam opiniões sobre nossa macroeconomia que beneficiam apenas seus investimentos, fazendo a população acreditar que este é o melhor caminho, nem que isso não seja uma verdade absoluta. Um investidor do mercado financeiro e que aposta seus ativos e de seus clientes em tendências especulativas de economias emergentes necessariamente não tem interesse em opinar com imparcialidade prejudicando suas posições.
Acreditar, sem compreender causas e conseqüências, sem a devida educação que permita uma avaliação crítica, aumenta o risco de estarmos aceitando como verdades absolutas uma mentira.
"...mas há fronteiras nos jardins da razão..." Cantou Chico Science, e que isso possa servir como reflexão, para tanto, cuidemos de estarmos atentos, àquilo que se apresenta muito facilmente, vestido muitas vezes de verdade pois, toda verdade pode ter mais de um lado.

Organizador: Pierre Batista Moraes Januário. Autores: Adriana Martins, Adriana Nicolly, David de Melo, Maria Luisa Mussalém, Mayza Braz, Rodrigo Almeida

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ciência sem Fronteiras abre inscrições para bolsas

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/ciencias-sem-fronteiras-abre-inscricoes-para-bolsas

Pierre Januário.

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Abílio Diniz começa a se desfazer de suas operações no Pão de Açúcar

Pierre Januário
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "Newsletter InfoMoney" <newsletter@infomoney.com.br>
Data: 07/08/2012 07:56
Assunto: Abílio Diniz começa a se desfazer de suas operações no Pão de Açúcar
Para: <pierrejanuario@gmail.com>

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Ibovespa

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USIMINAS ON N1 R$ 9,30 6,52 %
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ELETROPAULO PN N2 R$ 18,01 -3,32 %
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TRAN PAULIST PN N1 R$ 55,00 -1,78 %
SOUZA CRUZ ON R$ 28,65 -1,03 %
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